comida venenosa

2024/11/15

comida venenosaImagens de

Resumo

Era uma vez, em uma casa, uma jovem esposa e sua sogra. As duas não se davam bem e estavam sempre brigando.

“Novamente a limpeza não está suficiente!” disse a sogra.

“Desculpe, mãe. Vou prestar mais atenção,” respondeu a esposa, mas a sogra não queria ouvir.

A sogra também criticava a comida que a esposa preparava, dizendo: “Isso não está gostoso! Não consigo comer.”

Enquanto isso, a esposa odiava sua sogra e pensava: “Não quero mais vê-la.” Assim, um dia, decidiu consultar o monge do templo.

“Monge, como posso lidar com minha sogra...” disse a esposa.

O monge sorriu gentilmente e disse: “Vou te dar este pó venenoso.” Ele entregou um pó à esposa. “Se você misturar isso na comida, sua sogra ficará cada vez mais fraca. Mas é importante tratá-la com gentileza para que ela não perceba.”

A esposa começou a misturar o pó como lhe foi instruído. No entanto, percebeu que sua sogra, na verdade, estava se sentindo melhor.

“Minha esposa é a melhor!” “Ela é trabalhadora e cozinha bem!” a sogra começou a se gabar para os vizinhos.

“Por que estou sendo elogiada assim...?” a esposa ficou confusa, mas aos poucos seu coração começou a aquecer e seu sorriso aumentou. Ela decidiu parar de misturar o veneno.

Um dia, a sogra de repente adoeceu e ficou deitada no chão. A esposa ficou preocupada e lágrimas brotaram de seus olhos.

“Fique tranquila, não se preocupe. Vou melhorar logo,” disse a sogra, mas a esposa, aflita, correu até o monge.

“Monge, eu fui tola! Minha sogra tem sido gentil comigo, mas eu lhe dei veneno. Por favor, me ajude!” ela implorou desesperadamente.

O monge balançou a cabeça e disse: “Na verdade, esse pó não é veneno, é farinha de batata. Não vai te deixar doente. Apenas, com um pouco de descanso, você logo ficará bem.”

A esposa agradeceu profundamente e aguardou ansiosamente a recuperação da sogra. Logo, a sogra se recuperou e passaram a viver juntas em harmonia. E foram felizes para sempre.


Total: 50 Histórias


Fábulas

Narrativas

Relevância

© 2025 Nova Interpretação de Contos | All Rights Reserved.