Resumo
O Cavalo Apressado
Era uma vez um fazendeiro chamado Joaquim, que tinha um cavalo chamado Relâmpago. Relâmpago era conhecido por sua velocidade impressionante, mas Joaquim, sempre insatisfeito, acreditava que poderia fazê-lo correr ainda mais rápido. Um dia, ele decidiu que era hora de "dar uma chicotada" na sua preciosa montaria.
Joaquim pegou um chicote e começou a incentivar Relâmpago. "Vamos lá, meu amigo! Você consegue!" gritou ele, enquanto chicoteava o ar. Relâmpago, assustado, começou a correr sem parar. O fazendeiro ficou tão empolgado que não percebeu que estava puxando o cavalo para uma corrida desenfreada em direção à estrada movimentada.
Quando Relâmpago finalmente avistou os carros se aproximando, ele fez o que todo cavalo faria: parou bruscamente. Porém, Joaquim, em sua frustração, chicoteou mais uma vez, pensando que precisava "aumentar a pressão". O que ele não sabia é que o chicote só faria o cavalo se assustar ainda mais. Com um relincho, Relâmpago virou-se e começou a correr na direção oposta, com Joaquim pendurado no seu pescoço.
No final, ambos acabaram parando em um campo distante, exaustos. Joaquim olhou para Relâmpago, que estava tão perplexo quanto ele. "Talvez eu tenha me empolgado um pouco", pensou o fazendeiro, lembrando-se do ditado: "Às vezes, é melhor deixar as coisas correrem naturalmente do que forçar demais." Assim, decidiram descansar sob uma árvore, longe da estrada, rindo da absurda situação que criaram. Afinal, a pressa muitas vezes leva a uma corrida sem destino.












