Resumo
Era uma vez, em uma pequena aldeia, um jovem chamado Miguel que sonhava em se tornar um grande artista. Todos os dias, ele caminhava até a praça central e observava os pintores locais, maravilhado com suas habilidades. No entanto, Miguel tinha um hábito peculiar: ele passava horas sentado em um banco, esperando que a sorte o escolhesse e lhe concedesse talento sem precisar se esforçar.
Certa manhã, enquanto Miguel estava novamente no banco, uma velhinha se aproximou e começou a conversar com ele. Ela lhe disse: "Meu jovem, você sabe que esperar pela sorte é como esperar a morte? Se você não trabalhar por seus sonhos, nunca os alcançará." Miguel ficou pensativo. As palavras da velhinha ressoaram em sua mente como um eco. Ele percebeu que estava perdendo tempo preciosamente ao invés de buscar seu verdadeiro potencial.
Decidido a mudar, Miguel começou a praticar todos os dias. Ele assistia a tutoriais, fazia esboços e experimentava diferentes técnicas. À medida que seu entusiasmo crescia, também cresciam suas habilidades. Ele se dedicava tanto que logo começou a ser reconhecido na aldeia. As pessoas admiravam suas obras e incentivavam Miguel a participar de uma exposição local.
Finalmente, chegou o grande dia da exposição. Miguel se sentia nervoso, mas também empolgado. Quando os visitantes começaram a admirar suas pinturas, ele sentiu que todo o esforço havia valido a pena. A velhinha estava lá, sorrindo orgulhosamente. Miguel aprendeu que a sorte favorece aqueles que se esforçam e que nunca é tarde demais para correr atrás dos seus sonhos. A lição de que "esperar pela sorte é como esperar a morte" ficou gravada em seu coração e, com isso, ele se tornou um artista que inspirava muitos em sua aldeia.




